Há 16 anos um feto agarrou a mão do médico, de dentro do útero, como ele está hoje?

Em agosto de 1999, uma forte imagem circulou pelo mundo. Aquele bebê que ficou conhecido como “Mãos de Eperança” teria um incrível e fascinante futuro. Julie Armas estava grávida quando foi atendida por uma equipe médica de Nashville, nos Estados Unidos. Seu feto estava com 21 semanas em seu útero.

É importante lembrarmos que não temos o intuito de criticar, julgar, muito menos impor verdades absolutas. Nosso objetivo é único e exclusivo de informar e entreter. Por isso, o conteúdo dessa matéria se destina a aqueles que se interessarem e/ou identificarem.
Antes do nascimento, o bebezinho havia sido diagnosticado com espinha bífida – se trata de um defeito congênito em que a medula espinhal não se desenvolve adequadamente. Considerada uma condição rara, no Brasil acontecem menos de 150 mil vezes por anos. Apesar de não ter cura, tem tratamento pode ajudar; é uma condição crônica, podendo durar anos ou a vida inteira.
Os médicos decidiram fazer uma cirurgia pré-natal, na tentativa de tentar amenizar esse problema. A imagem acima mostra o momento em que, durante a operação, o médico colocou o útero de Julie para fora, e o bebê agarrou o dedo do médico. Essa foi a interação do ser humano mais prematuro já registrada. Depois de quatro meses, em dezembro de 1999, por conta do sucesso dessa cirurgia, Samuel Armas nasceu.
Atualmente, Samuel tem 16 anos, apesar de usar aparelhos em suas pernas para auxiliar caminhadas e cadeira de rodas para percorrer longas distâncias, ama nadar e jogar basquete. Frequenta a escola Secundária Alexander e faz parte da equipe de basquete em cadeiras de rodas Atlanta Junior Wheelchair Haws. Ele também tem mais dois irmãos, Ethan (12) e Zachary (10).
Seu irmão, Zachary, também nasceu com espinha bífida, mas não pode ser operado porque o procedimento experimental, que foi desenvolvido pela Universidade de Vanderbilt, está sob responsabilidade dos Institutos Nacionais de Saúde – o pequeno não foi contemplado como beneficiário.
Sinto que tomo decisões fortes porque sou forte em Deus – disse Samuel ao Atlanta Journal-Constitution. E ainda continuou: se não tivesse nascido com espinha bífida, não teria conhecido tantas pessoas que conheço hoje e não teria o basquete em cadeiras de rodas, o qual mudou completamente quem eu sou. Poderia pensar que a espinha bífida é uma desvantagem, mas agradeço a Deus por isso todos os dias.  
Na época em que Samuel nasceu, alguns médicos haviam concluído que o aborto era a única solução. Mas, sua mãe e família nunca acreditaram nisso. Julie se tornou uma grande defensora da vida, e ainda falou sobre a importância que a foto de seu filho resultou na causa e no rechaço ao aborto: queríamos mostrar o valor da vida de nosso filho, com deficiência ou sem ela, e que faríamos algo por ele porque o valorizamos. Conseguimos o que queríamos.
Então pessoal, o que acharam dessa história? Vale ser lembrada e re-compartilhada, ou não? Um verdadeiro exemplo de vitória e esperança. Encontraram algum erro? Ficaram com dúvidas? Possuem sugestões? Não se esqueçam de comentar com a gente!
fonte Fatos desconhecidos

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