a bala que matou gerente saiu da arma de um policial

Robert Rios confirma: a bala que matou gerente saiu da arma de um policial

 
O caso da morte do gerente do Banco do Brasil de Miguel Alves, ocorrido naquele fatídico assalto do dia 30 de abril, voltou à tona.  O secretario de segurança, Robert Rios Magalhães, em entrevista concedida a um canal de televisão da capital afirmou que a bala que matou o gerente do Banco do Brasil de Miguel Alves, Ademyston Rodrigues, partiu da arma de um policial. A declaração do secretário é com base no que as investigações conseguiram apurar até o momento.
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Robert Rios explicou que o gerente foi colocado no colo de um dos bandidos que estava sentado no banco do passageiro, ele acabou ficando, como disse o próprio secretário, “no fogo cruzado” e acabou sendo alvejado.
Laudos que estão sendo produzidos em Brasília, na Paraíba e no Piauí ainda impedem a conclusão do inquérito, mas segundo o secretário, essa informação já pode ser confirmada. (Fonte: 180graus)
Os mais velhos costumam dizer que “o povo aumenta, mas não inventa”. Em Miguel Alves, depois daquele fatídico assalto, a voz das ruas sempre dizia que a polícia havia se precipitado e provocado a morte do gerente.
A versão da polícia era outra, baseada inclusive em declarações do outro refém, segundo o qual, foram os bandidos que mataram o gerente. Depois das novas investigações a versão do funcionário do BB foi prontamente descartada, inclusive  pelo próprio secretário de segurança Robert Rios.

A reação da família de Admyston Rodrigues:

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Depois das declarações do secretário de segurança, Robert Rios, a família de Admyston Rodrigues se pronunciou, através do seu advogado, Roger Gurgel. Em entrevista concedida à Tv Cidade Verde,  o advogado  afirmou que as declarações de Robert Rios de que a bala que matou o gerente do Banco do Brasil de Miguel Alves partiu da polícia não o surpreendeu. Gurgel acrescentou que há possibilidade de os familiares entrarem com processo contra o Estado.
 Roger Gurgel, advogado da família de Ademyston
Roger Gurgel, advogado da família de Ademyston
“Não havíamos nos manifestado para não atrapalhar, mas tudo indicava isso. Sabemos que nada o trará de volta. A grande perda foi a vida dele. Hoje temos uma senhora jovem e viúva e três filhos, inclusive um de quatro meses, órfãos de pai”, destacou o advogado. (Fonte: cidadeverde.com)

fonte: Blog do Assis

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