Revista Adultos 4° trimestre 2023

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O gondimismo não é um novo segmento evangélico, e sim um movimento contrário ao Evangelho




Engana-se quem pensa que o gondimismo é apenas um novo segmento evangélico. Trata-se, na verdade, de um movimento perigoso, que se contrapõe a doutrinas fundamentais da Palavra de Deus.

A fonte de autoridade da escola gondimista não é a Palavra de Deus, mas a teologia liberal, a ponto de seu idealizador — o pastor e filósofo brasileiro Ricardo Gondim — chamar o criador da perigosa teologia da esperança, o alemão Jüngen Moltmann, de “precioso”. Ora, preciosa é a Palavra do Senhor, que dura para sempre (1 Pe 1.24,25)! Precioso é Jesus, a nossa rocha viva e eleita (1 Pe 2.4)!


Mas, o que é a teologia da esperança? Ela foi criada por Wolfhart Pannenberg e Jüngen Moltmann, com base no hegelianismo, em resposta aos ensinamentos de Barth e Bultmann. Quais são as suas principais características, reproduzidas pelo gondimismo?

A teologia da esperança rejeita as profecias como sendo história prescrita, embora enfatize o aspecto escatológico da revelação divina. Mesmo as promessas já cumpridas na história de Israel estão sujeitas a novas interpretações e cumprimentos. O futuro trará algo totalmente novo, mesmo para Deus.


Para Moltmann, embora enfatize a ressurreição como promessa do futuro, nada fala da cruz como pagamento do pecado. Ele ignora o efeito do pecado, pois o homem é apresentado completamente livre e capaz para o futuro, e não prisioneiro do mal. Como o homem pode apressar o futuro por participar ativamente na sociedade, é a sua obediência que traz o futuro, e não Deus.


Com base na teologia da esperança e em outros autores “preciosos”, o gondimismo ignora os atos históricos e definitivos de Deus, bem como considera utópicas as promessas escatológicas, como a Segunda Vinda (Jo 14.1-3; 1 Ts 4.16,17; Tt 2.13; Ap 22.20, etc.). Além disso, relativiza os valores da família esposados no Novo Testamento (Mt 19.1-12) e propaga o falacioso teísmo aberto, que nega a soberania do Deus Todo-poderoso.


O gondimismo apresenta um plano de redenção universalista, baseado no próprio esforço humano, e um Deus que não parece ser totalmente Deus, uma vez que Ele também tem um futuro cheio de possibilidades. Não é o Deus que é, e sim o Deus que vem a ser...


Paro por aqui. Mas peço aos leitores deste blog que leiam agora mesmo os seguintes textos neotestamentários: Mateus 7.15-23; Atos 20.27-30; 2 Coríntios 11.3,4; Gálatas 1.8; 1 Timóteo 6.3,4; 2 Pedro 2.1,2; e Apocalipse 2.12-17.


Maranata!


Ciro Sanches Zibordi

fonte: Blog do Ciro 

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